domingo, 10 de abril de 2011

As vezes Acontece


 
Polícia Federal apreende material arqueológico em Campo Grande
Hoje, dia 08 de abril de 2011, por volta das 10:00 horas, em Campo Grande/MS, policiais federais apreenderam 1 (uma) "pedra de raio", forma popular como é conhecida o "machado de pedra polida", material arqueológico lítico.

Após receber denúncia repassada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) de Campo Grande/MS de que a pedra estava sendo negociada no site MERCADO LIVRE (http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-178628201-pedra-de-raio-com-formato-curioso-_JM) no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), policiais federais da DELEMAPH (Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico) em diligências no bairro Santa Fé apreenderam a "pedra de corisco".

Encaminhado à Superintendência Regional, o detentor A. A. S., de 27 anos, funcionário da empresa responsável pelas obras de contenção às enchentes do córrego Prosa, em declarações, infomou que encontrou, há duas semanas, o material arquológico no canteiro da obra localizada na avenida Via Park próximo à avenida Mato Grosso, bairro Santa Fé, durante as escavações.

A PF informa que a comercialização, em território nacional, de bens arqueológicos obtidos em dissonância com as normas do IPHAN, configura o crime de usurpação de bem da união, tipificado no art. 2º, § 1º, da Lei 8.176/91, com pena de detenção, de 1 (um) a 5 (cinco) anos e multa.

...

Lei 8.176/91:

"Art. 2° Constitui crime contra o patrimônio, na modalidade de usurpacão, produzir bens ou explorar matéria-prima pertencentes à União, sem
autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo.
Pena: detenção, de um a cinco anos e multa.
§ 1° Incorre na mesma pena aquele que, sem autorização legal, adquirir, transportar, industrializar, tiver consigo, consumir ou comercializar
produtos ou matéria-prima, obtidos na forma prevista no caput deste artigo.
Fonte: http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=62009

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Do Quepe à Lanterna

As imagens que seguem abaixo, são do passado que marcaram época no Brasil e hoje ainda movimenam a produção de nosso país. A E.F.CENTRAL DO BRASIL, a RFFSA e obviamente, a E.F.VITÓRIA A MINAS,
Foram essas imagens que, durante muitos e muitos anos, estiveram na mente e imaginário das gerações  que nos precederam e conviveram com as idas e vindas através das ferrovias do Brasil.

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Quepe utilizado pelos maquinistas da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima - RFFSA.

Do amigo Paulo ouvi histórias fantásticas inclusive de mudanças em vagões de trem cujo o translado durava até um mês, devido a gestão de sua esposa.

Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5



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A famosa logomarca da Estrada de Ferro Central do Brasil, símbolo da mais fascinante tradição, presente em muitas locomotivas da Central, como a GE-244, a Alco RS-3, dentre outras e presentes, também, nos portões da entrada principal das estações ferroviárias da Central e inclusive nas grades das varandas das mesmas. Claro o que ainda não foi sucateado.

Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5



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A famosa logomarca da Estrada de Ferro Vitória a Minas, também símbolo das mais inscríveis tradições, presentes por muitos anos no tender das locomotivas a vapor e nos vidros das janelas dos carros de passageiros como o PNT-1 e PNT-2. Linda


Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5



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Este é um relógio de ponto, utilizad0 pelos ferroviários, nas estações, na de Cruz Alta não encontrei relatos do seu relógio ponto esse é de Minas.
Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5


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A famosa máquina de calcular, utilizada nas estações ferroviárias. intrigante
Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5



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Telefone utilizado em situações de emergências, utilizado nas estações pelo chefe de estação.
Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5


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Lanterna utilizada pelo fiscal, em carros de 1ª classe.

Foto extraída da revista CAMINHOS DO TREM - HISTÓRIA VIVA, exemplar nº 5


Uma pequena amostra de todo um universo que ainda deve ser explorado e com certeza memorado.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Enquanto isso

Olá estou passando só pra dizer que amanhã terá postagem nova, com a demanda do Museu tá complicado escrever ou pesquisar algo legal, mas amanhã terá algo novo sobre Patrimônio. Valew

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Nazismo+Austria+Covas

Cemitério com vítimas do nazismo é encontrado na Áustria

Uma vala comum com os restos mortais de cerca de 220 supostas vítimas do Programa de Eutanásia nazista, cujo foco era eliminar portadores de deficiências, foi encontrada na localidade de Hall, no Tirol austríaco, informou nesta segunda-feira a emissora pública da Áustria ORF.

Segundo fontes, a fossa foi encontrada nos arredores do centro de psiquiatria do hospital regional de Hall, durante as obras que estavam sendo realizadas no estabelecimento médico.
As vítimas teriam sido enterradas entre os anos de 1942 e 1945, e há suspeitas de que muitas delas tenham morrido no chamado Programa de Eutanásia. O programa foi iniciado pelos nazistas para potencializar a "raça ariana", eliminando portadores de deficiências físicas e mentais, entre eles muitos menores de idade.
As autoridades austríacas paralisaram as obras e começaram a investigar a identidade dos corpos, assim como a possível existência de outras valas.
Até que não sejam realizadas as autópsias dos corpos, a causa das mortes das pessoas enterradas não poderá ser determinada, embora o historiador Horst Schreiber tenha revelado à ORF que há suspeitas de que as vítimas tenham morrido de fome.
Estima-se que quase 200 mil pessoas com algum tipo de doença ou deficiência tenham sido assassinadas durante o regime nazista, após terem sido separadas de suas famílias com o pretexto de serem encaminhadas a instituições sanitárias.
Na Áustria, o lugar mais relacionado a este programa é o antigo palácio de Hartheim, perto da capital da Alta Áustria, Linz. Ali, foram eliminadas aproximadamente 30 mil pessoas entre 1940 e 1944, catalogadas na nomenclatura nazista como "vidas indignas de ser vividas".
O porta-voz do projeto de construção, Johannes Schwamberger, disse que as obras foram interrompidas após a descoberta do cemitério clandestino nazista, para permitir uma investigação que descubra a identidade dos mortos. Mais de 75.000 pessoas foram assassinadas pelos nazistas por terem deficiências físicas e mentais.

http://noticias.r7.com/internacional/noticias/austria-encontra-vala-com-220vitimas-de-eutanasia-nazista-20110103.html

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/cemiterio-com-vitimas-do-nazismo-e-encontrado-na-austria

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Panis ét Circences

A política do Pão e Circo

A política do Pão e Circo


A história política de Roma se estende de 752 a.C. até 476 d.C. e está dividida em três períodos: Monarquia, República e Império.
A coragem, a honra e a força eram virtudes admiradas pelos romanos; os espetáculos que destacavam esses atributos eram valorizados e muito populares.

Durante o Império Romano, as lutas de gladiadores, corridas e encenações, serviram para desviar a atenção da população que habitava os domínios romanos. Várias são as interpretações – além desta – para explicar o fascínio dos romanos por esses espetáculos sangrentos:

A oportunidade de poder estar "cara-a-cara" com o imperador, o castigo dos criminosos, - que servia de exemplo, a ostentação do poderio romano - através da exibição de animais e escravos trazidos de lugares distantes.
Todavia, dentre todas essas interpretações, a mais aceita é a chamada "política do pão e circo" ou (panis et circenses). Por essa política, o Estado buscava promover os espetáculos como um meio de manter os plebeus afastados da política e das questões sociais. Era, em suma, uma maneira de manipular a plebe e mantê-la distante das decisões governamentais.

Os Césares encarregavam-se ao mesmo tempo de alimentar o povo e de distraí-lo.
Havia distribuição mensal de pães no Pórtico de Minucius, que assegurava o pão cotidiano. Os Cesares não deixavam a plebe romana bocejar nem de fome nem de aborrecimento. Os espetáculos foram a grande diversão para a desocupação dos seus súditos, e por conseqüência o seguro instrumento do seu absolutismo. Isso era um obstáculo a Revolução em uma Urbe onde as massas incluíam 150.000 homens desocupados que o auxílio da assistência pública dispensava de procurar trabalho.

Para os espetáculos eram reservados aproximadamente 182 dias no ano. (Para um dia útil - um ou dois dias de feriado). Os espetáculos que foram se desenvolvendo, cada uma dessas férias romanas, tinha sua origem na religião. Os romanos nunca deixavam de cumprir as solenidades, porém não mais as compreendiam e os jogos foram deixando de ter um caráter sagrado e passando a saciar somente os prazeres de quem os assistia.

O público ia ao circo como a uma cerimônia, usando a toga dos grandes dias, respeitavam a etiqueta ao levantarem-se para aplaudir as estátuas das divindades que eram carregadas antes das corridas ou lutas. Seguiam um ritual de comportamento e sabiam que se não o seguissem seriam punidos.

Com o aparecimento das corridas e jogos de gladiadores o povo, em 164 a . C. estava desertando ao teatro.
Para o imperador esse contato com o público era importante, pois ele não corria o risco de isolar-se. O público aplaudia com veemência cada aparição, agitava lenços em uma saudação emocionante que tinha a modulação de um hino e o acento de uma oração.

Durante os jogos o povo apreciava ver seu imperador descontrair-se e seguir com atenção as corridas e lutas demonstrando seus sentimentos.

Fonte: http://www.ciapavanelli.com.br/circo%20romano.htm