sexta-feira, 13 de março de 2015
Falando de Historia e algo mais: Fim do mundo está mais próximo! Three minutes too ...
Falando de Historia e algo mais: Fim do mundo está mais próximo! Three minutes too ...: Fim do mundo está mais próximo, diz Boletim de Cientistas Atômicos De acordo com o Relógio do Juízo Final, que, em contagem regressiva, ...
Falando de Historia e algo mais: Pegue o seu!HQs de Graça
Falando de Historia e algo mais: Pegue o seu!HQs de Graça: O site de The Digital Comic Museum HQs disponibiliza, em ingles , de Diversos super-Heróis. Acesse o site The Digital Comic Museum: htt...
Pegue o seu!HQs de Graça
O site de The Digital Comic Museum HQs disponibiliza, em ingles , de Diversos super-Heróis. Acesse o site The Digital Comic Museum:
http://digitalcomicmuseum.com/
http://digitalcomicmuseum.com/
Você sabe o que é o bolivarianismo?
bolivarianismo? sério?!?....
A palavra da moda no Brasil é usada por muita gente que não faz ideia de seu significado. Entenda o que é bolivarianismo e por que ele nada tem a ver com "ditadura comunista"
Roberto Stuckert Filho/PR
O que é bolivarianismo?
O termo provém do nome do general venezuelano do século 19 Simón Bolívar, que liderou os movimentos de independência da Venezuela, da Colômbia, do Equador, do Peru e da Bolívia. Convencionou-se, no entanto, chamar de bolivarianos os governos de esquerda na América Latina que questionam o neoliberalismo e o Consenso de Washington (doutrina macroeconômica ditada por economistas do FMI e do Banco Mundial).
Bolivarianismo e ditadura comunista são a mesma coisa?
Não. Mesmo considerando a interpretação que Chávez deu ao termo, o que convencionou-se chamar bolivarianismo está muito longe de ser uma ditadura comunista. As realidades de países que se dizem bolivarianos, como Venezuela, Bolívia e Equador, são bem diferentes da Rússia sob o comando de Stalin ou mesmo da Romênia sob o regime de Nicolau Ceausescu. Neles, os meios de produção estavam nas mãos do Estado, não havia liberdade política ou pluralidade partidária e era inaceitável pensar diferentemente da ideologia dominante do governo. Aqueles que o faziam eram punidos ou exilados, como os que eram enviados para o gulag soviético, campo de trabalho forçado símbolo da repressão ditatorial da Rússia. Na Venezuela, por exemplo, nada disso acontece. A oposição tem figuras conhecidas como Henrique Capriles, Leopoldo López e Maria Corina Machado. Cenário semelhante ocorre na Bolívia, no Equador e também no Brasil, onde há total liberdade de expressão, de imprensa e de oposição ao governo.
Foi Chávez quem inventou o bolivarianismo?
Não. O que o então presidente venezuelano Hugo Chávez fez foi declarar seu país uma "república bolivariana". A mesma retórica foi utilizada pelos presidentes Rafael Correa (Equador) e Evo Morales (Bolívia). A associação entre bolivarianismo e socialismo, noentanto, é questionável segundo a própria biógrafa de Bolívar, a jornalista peruana Marie Arana, editora literária do jornal americano The Washington Post. De acordo com ela, esse “bolivarianismo” instituído por Chávez na Venezuela foi inspirado nos ideais de Bolívar, tais como o combate a injustiças e a defesa do esclarecimento popular e da liberdade. Mas, segundo a biógrafa, a apropriação de seu nome por Chávez e outros mandatários latinos é inapropriada e errada historicamente: “Ele não era socialista de forma alguma. Em certos momentos, foi um ditador de direita”.
O que se tornou o bolivarianismo na Venezuela?
Quando assumiu a Presidência da República em 1999, Chávez declarou-se seguidor das ideias de Bolívar. Em seu governo uma assembleia alterou a Constituição da Venezuela de 1961 para a chamada Constituição Bolivariana de 1999. O nome do país também mudou: era Estado Venezuelano e tornou-se República Bolivariana da Venezuela. Foram criadas ainda instituições de ensino com o adjetivo, como as escolas bolivarianas e a Universidade Bolivariana da Venezuela.
Mas esse regime que Chávez chamava de bolivarianismo era comunista?
Não, apesar de o ex-presidente venezuelano ter usado o termo "Revolução Bolivariana" para referir-se ao seu governo. A ideia era promover mudanças políticas, econômicas e sociais como a universalização à educação e à saúde, além de medidas de caráter econômico, como a nacionalização de indústrias ou serviços. Chávez falava em "socialismo do século XXI", mas o governovenezuelano continua permitindo a entrada de capital estrangeiro no País, assim como a parceria com empresas privadas nacionais e estrangeiras. Empreiteiras brasileiras, chinesas e bielo-russas, por exemplo, constroem moradias para o maior programa habitacional do país, o Gran Misión Vivienda Venezuela, inspirado no brasileiro Minha Casa Minha Vida.
O Brasil "virou uma Venezuela"?
Esta afirmação não faz sentido. O Brasil é parceiro econômico e estratégico da Venezuela, mas as diretrizes do governo Dilma e do governo de Nicolás Maduro são bastante distintas, tanto na retórica quanto na prática.
Os conselhos populares são bolivarianos?
Não, e aqui o engano vai além do uso equivocado do adjetivo. Parte da Política Nacional de Participação Social, os conselhos populares seriam a base de um complexo sistema de participação social, com a finalidade de aprofundar o debate sobre políticas públicas com representantes da sociedade civil. Ao contrário do alegado por opositores, os conselhos de participação popular não são uma afronta à democracia representativa. Conforme observou o ex-ministro e fundador do PSDB Luiz Carlos Bresser-Pereira, os conselhos estabeleceriam “um mecanismo mais formal por meio do qual o governo poderá ouvir melhor as demandas e propostas [da população]”.
Fonte: Carta Capital- 11/2014
quinta-feira, 12 de março de 2015
Fim do mundo está mais próximo! Three minutes too Midnight.... The End is coming.....
Fim do mundo está mais próximo, diz Boletim de Cientistas Atômicos
De acordo com o Relógio do Juízo Final, que, em contagem regressiva, marca o tempo até o fim da humanidade, estamos, em 2015, a apenas três minutos do apocalipse
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Com o aquecimento global e as ameaças das guerras e das armas de destruição em massa,
o Relógio do Juízo Final está, agora, a apenas três minutos da meia-noite,
que representa o fim da humanidade
|
Fundado em 1945 por cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, que tinham ajudado a desenvolver as primeiras armas atômicas no projeto Manhattan, o Boletim de Cientistas Atômicos (BCA) criou o chamado Relógio do Juízo Final, em 1947, como referência para uma possível destruição da humanidade. E, em janeiro de 2015, os cientistas do BCA anunciam que o relógico foi adiantado, e, agora, só faltam três minutos para o fim do mundo.
O Relógio do Juízo Final foi criado seguindo a imagem do apocalipse bíblico (com referência à meia-noite) e a contagem regressiva típica de uma explosão nuclear. Com isso, ele mostra os minutos que faltam para se chegar à 0h. A decisão de mudar ou não o ponteiro dos minutos é feita todos os anos pelo conselho de ciência e segurança do BCA, em consulta ao conselho de patrocinadores, que inclui 17 cientistas vencedores de prêmios Nobel. O relógio virou um indicador universalmente reconhecido da vulnerabilidade do mundo a uma catástrofe por armas nucleares, às guerras e às mudanças climáticas.
Em 2015, como resultado das mudanças climáticas e da modernização do acervo nuclear dos Estados Unidos e da Rússia, que continuam com arsenais que representam uma ameaça para a humanidade, foi reconhecida a necessidade de se adiantar o relógio.
Para se ter uma ideia, a última vez em que estivemos a três minutos do Juízo Final foi em 1984, ano em que as relações entre os Estados Unidos e a União Soviética estavam muito extremecidas – era o momento mais dramático da chamada Guerra Fria. "Cada canal de comunicação tem sido restringido ou desligado. Todas as formas de contato foram atenuadas ou cortadas. As negociações para o controle das armas foram reduzidas a uma espécie de propaganda", relatou o Boletim de Cientistas Atômicos naquela época.
Apesar de alguns avanços modestos em relação à mudança climática no ano passado, refletindo o avanço contínuo de tecnologias de energias renováveis, segundo o BCA, os esforços atuais são insuficientes para se evitar um aquecimento catastrófico da Terra. "Na ausência de uma correção desse destino dramático, os países do mundo terão emitido, até o final deste século, dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa suficientes para transformar profundamente o clima em nosso planeta, prejudicando milhões e milhões de pessoas e ameaçando muitos sistemas ecológicos fundamentais em que a civilização se baseia", dizem os cientistas do Boletim.
Aquecimento
Segundo os cientistas ambientais do governo dos Estados Unidos, 2014 foi o ano mais quente em 134 anos de registros. Nove dos 10 anos mais quentes já registrados ocorreram nos anos 2000. Em novembro do ano passado, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (PIMC) divulgou seu relatório sobre o aquecimento global, que doi considerado "inequívoco e sem precedentes e já responsável por danos generalizados".
O PIMC deixou claro que uma catástrofe climática não é inevitável. O mundo tem opções de tecnologia e capacidade política a custos totalmente aceitáveis para tentar reverter a situação. "O tempo é curto, mas ainda não se esgotou. Os nossos líderes e nossas instituições de cooperação global podem ainda enfrentar o desafio", lembrou o relatório do Painel.
No ano passado, com o Relógio do Apocalipse a cinco minutos da meia-noite, os membros do conselho de ciência e segurança do Boletim de Cientistas Atômicos concluíram que eram possível gerenciar a tecnologia para não sermos vítimas dela. "A escolha é nossa, e o relógio está correndo", disseram no relatório. Já em 2015, com o tempo mais próximo da zero hora, o conselho acrescenta mais urgência: "A probabilidade de uma catástrofe global é muito alta, e as ações necessárias para reduzir os riscos de desastres devem ser levadas a cabo rapidamente".
(com o Boletim de Cientistas Atômicos)
Segundo os cientistas ambientais do governo dos Estados Unidos, 2014 foi o ano mais quente em 134 anos de registros. Nove dos 10 anos mais quentes já registrados ocorreram nos anos 2000. Em novembro do ano passado, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (PIMC) divulgou seu relatório sobre o aquecimento global, que doi considerado "inequívoco e sem precedentes e já responsável por danos generalizados".
O PIMC deixou claro que uma catástrofe climática não é inevitável. O mundo tem opções de tecnologia e capacidade política a custos totalmente aceitáveis para tentar reverter a situação. "O tempo é curto, mas ainda não se esgotou. Os nossos líderes e nossas instituições de cooperação global podem ainda enfrentar o desafio", lembrou o relatório do Painel.
No ano passado, com o Relógio do Apocalipse a cinco minutos da meia-noite, os membros do conselho de ciência e segurança do Boletim de Cientistas Atômicos concluíram que eram possível gerenciar a tecnologia para não sermos vítimas dela. "A escolha é nossa, e o relógio está correndo", disseram no relatório. Já em 2015, com o tempo mais próximo da zero hora, o conselho acrescenta mais urgência: "A probabilidade de uma catástrofe global é muito alta, e as ações necessárias para reduzir os riscos de desastres devem ser levadas a cabo rapidamente".
(com o Boletim de Cientistas Atômicos)
Fonte: Boletim Científico da Revista Encontro. Redação Publicação:23/01/2015 13:09 Atualização: 23/01/2015 14:01
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